
O cálculo de reservas minerais é um dos passos mais importantes de um projeto de mineração, afinal, é o um dos fatores que irá determinar a viabilidade econômica de um empreendimento minerário. Segundo o Código de Mineração, são definidas três classes de reservas minerais: Reserva Medida, Reserva Indicada e Reserva Inferida, em virtude da densidade e da qualidade de dados obtidos durante os trabalhos de pesquisa mineral. Quanto maior a densidade e melhor a qualidade dos dados adquiridos, maior será a confiabilidade dos resultados obtidos.
Uma reserva mineral nunca é calculada de forma matemática exata, devido a uma série de fatores, como a qualidade dos dados obtidos na pesquisa mineral, a densidade da malha de sondagem, a precisão dos ensaios de laboratório, etc. Assim, o cálculo de reservas é, na verdade, uma estimativa. Portanto, é de extrema importância a escolha do método ideal de cálculo para cada depósito, de maneira que o resultado obtido seja o mais fiel possível à realidade, visto que a viabilidade econômica da lavra de um depósito é diretamente afetada pela reserva mineral que ele contém.
Nesse contexto, a MGA prima pelo rigor técnico nas questões envolvendo cálculos de reservas minerais, aliando a experiência de seus técnicos com a constante atualização dos métodos de cálculo e tecnologias existentes, com o objetivo de minimizar a margem de erro intrínseca e aumentar a confiabilidade dos dados obtidos.