O empreendimento foi subdividido em quatro trechos: Oeste, Norte, Leste e Sul. O Trecho Oeste foi entregue em 11 de outubro de 2002, o Sul em 1º de abril de 2010 e agora iniciou-se o trecho Leste.
Embora sejam grandes os benefícios não há como negar que sempre haverá prejuízos à alguém. No caso do Trecho Leste será necessário que o Governo do Estado desaproprie cerca de 16 milhões de m2, área equivalente a 11 parques do tamanho do Ibirapuera. O Decreto nº 56.813 que prevê esta desapropriação foi publicado no Diário Oficial do Estado do dia 05 de março.
Apenas alguns proprietários foram citados nesta publicação, mas ficou expresso que a área a ser desapropriada abrange trecho predominantemente urbano atingindo casas, empresas e indústrias. Em casos assim ainda é possível a realocação das pessoas ou empresas em outro imóvel, porém fica mais complicado quando o empreendimento depende da própria geologia do local e de títulos autorizativos como é o caso da Itaquareia Indústria Extrativa de Minérios Ltda que possui nesta área 2 Concessões de Lavra e foi citada na publicação como área a ser desapropriada.
Os proprietários serão procurados em busca de um acordo amigável, mas ao fim não haverá outra forma que não seja a desapropriação da área já que o interesse coletivo sempre prevalece em relação ao interesse privado.
O traçado deste trecho percorre o território de seis municípios: Ribeirão Pires, Mauá, Suzano, Poá, Itaquaquecetuba e Arujá. Terá terá cerca de 43 km e se destina a interligar o Trecho Sul, desde sua ligação com a Av. Papa João XXIII em Mauá, com a Rodovia Presidente Dutra, em Arujá. |